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Lava Jato não vencerá epidemia da corrupção sozinha

Capa do livro 'Corrupção: Lava Jato e Mãos Limpas', por Maria Cristina Pinotti • Amazon.com.br
Capa do livro ‘Corrupção: Lava Jato e Mãos Limpas’, por Maria Cristina Pinotti • Amazon.com.br

É preciso tornar o risco para os corruptos maior a fim de que a corrupção se torne menor no País. Modificações institucionais são para a economista Maria Cristina Pinotti necessárias para completar o trabalho da Lava Jato. Combater a corrupção, não é só um imperativo ético. Ele é necessário para garantir o desenvolvimento do País e produzir uma sociedade mais justa. Sem isso, o futuro será a estagnação econômica, como a Itália, que não aproveitou a Operação Mãos Limpas para mudar.

Essa é a tese central da economista em Corrupção, instituições e estagnação econômica: Brasil e Itália, parte do livro Corrupção: Lava Jato e Mãos Limpas, organizado por Maria Cristina, que contém artigos dos magistrados italianos da Mãos Limpas Gherardo Colombo e Piercamilo Davigo, dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato Deltan Dallagnol e Roberson Pozzobon e do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

O prefácio é do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal. Após o lançamento da obra, todos devem participar de um debate no Estado que discutirá os ensinamentos das operações.

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